14 de janeiro de 2013

Tomando chá: Bai MuDan

O Bai MuDan (que tem nome de flor, "Peônia Branca") é um dos chás brancos mais famosos. Comprei ele da marca Teavivre, que eu descobri por acaso e logo gostei: dá para importar chás pelo site direto da China, com valor de frete bem baixo (com o inconveniente de demorar em torno de 45 dias ou mais para chegar).



Escolhi este chá porque ele é famoso e era recém colhido do Monte Taimu, logo no início de abril. Na época eu não havia provado nenhum chá branco e achei uma boa ideia. (saiba o que é chá branco aqui)

Acontece que acabou de eu não me identificar com os chás brancos. Nada contra, só eu pessoalmente não gosto dos que eu já provei. Mas especialmente este é super bonito, de olhar dá pra ver que tem uma qualidade sensacional, com seus brotos cobertos de penugem e folhas características, mas não me agrada o sabor vegetal demais dele, parece sempre que estou tomando infusão de um punhado de marias-sem-vergonha.

Se deixar em infusão por mais de 1 minuto, ou se colocar um pouco mais de folhas (não dá pra medir com colher, então tem que ir no olhômetro, já que não tenho balança ainda) acaba ficando forte demais. Para ficar agradável, tem que ser bem leve, mas daí é leve demais pra mim. Tentei de todas as formas, acho interessante tomar às vezes (e é bem digestivo, chega a me dar fome se não tiver comido algo), mas não me agrada o paladar, realmente.




O que: Bai MuDan / Chá branco
De quem: Teavivre / China
Para comprar: http://www.teavivre.com
1ª infusão: em torno de 3 gramas em 220ml por 1 minuto. Dá para fazer uma segunda infusão, mas realmente não tenho feito (até pq ele oxida muito rápido e o sabor das folhas se degrada).



8 de janeiro de 2013

Não é do Nepal não

Ia esquecendo de corrigir uma informação publicada aqui no blog. Quando escrevi sobre o chá Matiana, da Talchá, reproduzi a informação de que ele seria cultivado no Nepal, como estava publicado no site deles (e está ainda agora). No entando, entrei em contato para perguntar sobre a veracidade disto, já que em outro lugar dizia que era da China. E eis então que desconfirmaram: não é do Nepal, não, é da China.

Humm... uma empresa de chás que publica uma informação importante dessas errada, de modo bem pouco discreta, e não a corrige (o contato referente a isso foi há um mês) perdeu pontos na escala de confiabilidade.


27 de dezembro de 2012

Resultado da promoção Chato dos Chás + Chá Yê

Sorteio realizado, o número sorteado foi o 12, que correspondia à participante Valeria Noronha Melchiors, de Belo Horizonte. Parabéns, Valéria, vou entrar em contato por e-mail para pegar seu endereço e em breve você estará recebendo na sua casa o bule e a amostra de Lapsang Souchong enviados pela Chá Yê. Aproveitei!

Segue abaixo um printscreen mostrando parcialmentye a numeração dos participantes. Lembrando que o sorteio foi realizado pela Chá Yê, que não teve acesso à lista de nomes.




20 de dezembro de 2012

Promoção: ganhe um bule artesanal e um chá especial



Então, se esta é uma época de dar presentes, aqui estamos nós. O blog, em parceria com a Chá Yê, vai fazer o sorteio de um bule de chá em vidro transparente, fabricado artesanalmente na China, juntamente com uma amostra de um chá sensacional. O chá escolhido por mim foi o Lapsang Souchong, um dos mais marcantes chás que já experimentei, com sabor defumado inconfundível.

Segundo está publicado no site da Chá Yê, "nosso Lapsang Souchong é produzido segundo as tradicionais técnicas utilizadas há centenas de anos. Suas folhas secas possuem um aroma defumado que preenche o ambiente e que torna-se suave após a infusão. O corpo do chá é forte com sabores complexos." É um dos meus chás pretos preferidos.


Já o bule, "é um bule de vidro feito à mão por hábeis artesãos no leste da China. Possui um infusor de aço inoxidável, além de um arame em espiral preso a seu bico que também serve como filtro. Com um tamanho de 400ml, é um utensílio perfeito para sessões de chá com amigos!". Fazer chá em bule de vidro é uma beleza, pode usar o infusor ou deixar as folhas soltas dentro do bule e coar na hora de servir (se as folhas forem grandes, nem precisa coar, é só usar o filtro que vem incluído no bule) ou, se você é adepto também de chá em saquinho, pode deixar 2 ou 3 saquinhos em infusão dentro do bule (o tamanho é ideal para 2 xícaras).

Vamos lá: para concorrer você vai precisar preencher o formulário abaixo, com seu nome, e-mail e cidade, além de responder corretamente a pergunta: Qual o mestre de chá que produz o Lapsang Souchong? A resposta você pode consultar na página do chá, clicando aqui. Veja após o formulários mais informações do regulamento.


Promoção encerrada


- Cada participante receberá um número, conforme a ordem de participação. Após o encerramento o número escolhido será sorteado pela equipe da Chá Yê (que não terá conhecimento dos nomes dos participantes) pelo sistema random.org.
- A promoção é válida de hoje, 20 de dezembro, até a meia-noite do dia 25 de dezembro de 2012, e o sorteio do prêmio ocorrerá no dia 26 de dezembro (a divulgação do ganhador talvez só venha a ser feita no dia 27).
- O prêmio só é válido para envio em território nacional. O ganhador será avisado por email e deverá nos responder com seu endereço em até sete dias.

Aproveite e curta a página do Chá Yê no Facebook, sempre uma fonte de informações sobre o mundo dos chás chineses.



14 de dezembro de 2012

Receita: Bolo de chocolate perfeito

Sempre quis fazer uma receita de bolo de chocolate que resultasse em sabor mesmo de chocolate. Mas é complicado, você sabe. Mas eis que por acaso, no Folha do Chá, a Márcia publica uma receita de brownie que leva chocolate derretido na massa. Isso eu nunca havia experimentado (não sei por quê, já que parece tão óbvio...) e tentei adaptar a receita para um bolo. Pois eis que deu certo. Mais que certo: ficou um bolo de chocolate perfeito. Tem o sabor do chocolate, é macio, desmancha na boca, fica úmido e escurinho.

Não consegui harmonizar com nenhum chá, porque é só começar a provar que minha mente pede uma xícara de leite gelado.


Bolo de chocolate perfeito

100g de chocolate amargo derretido
100g de margarina sem sal
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (chá) de fermento químico em pó
2 ovos
1/4 de xícara (chá) de leite

Derreter o chocolate (em banho-maria ou no microondas) e misturar a margarina nele, até ela amolecer (não é para derretê-la). Juntar aos ingredientes secos já misturados, acrescentar os ovos e ir mexendo de leve até incorporar, juntando mais para o final do processo o leite. Depois é só colocar em uma fôrma e levar ao forno por uns 35 minutos.



* Já fiz algumas vezes a receita, sempre usando chocolate amargo da marca Arcor. É um chocolate muito decente pelo preço, 53% de cacau (dizem) e sem gordura vegetal.

* Uso fôrma redonda de 24cm de diâmetro. Assim fica um bolo não muito alto, bom para cortar em quadrados. Se for uma fôrma menor, ele vai ficar mais alto e talvez se despedace quando cortado.

* Tentei fazer uma vez com framboesas e acho que atrapalhou um pouco. Para acrescentar framboesas talvez eu devesse colocar um pouco mais de açúcar: as que eu usei estavam um tanto quanto ácidas e interferiram muito no chocolate; mas rendeu fotos com as framboesas bonitas.




10 de dezembro de 2012

Provando infusões: ervas e especiarias Dr. Oetker


Depois de experimentar algumas infusões com frutas agora chega a hora dessas infusões de ervas e outras coisas mais da Dr. Oetker. O melhor delas é que pode-se tomar sem açúcar - não se valem de nenhum ingrediente de mau sabor para dar cor e consistência.


Melissa e flor de laranjeira - a melissa se destaca e um sabor laranjal suave fica bastante tempo na boca. Não é o tipo que eu prefiro mas é interessante pra quem gosta de infusão de ervas de sabor um pouco mais complexo. Ingredientes: melissa, capim-cidreira, chá preto, laranja-doce e aromatizante. Nota: 3,5/6

Menta e chocolate - a menta é bem balanceada, não toma todo o sabor pra si, deixando espaço para algo que de longe lembra chocolate - mas mesmo não sendo exatamente chocolatício é equilibrado e combina bem. Ingredientes: menta, mate tostado, beterraba e aromatizante. Nota: 4,5/6

Quentão - Erva-doce e especiarias - uma combinação interessante de ingredientes, mais encorpada do que normalmente são as infusões em saquinho. O aroma remete à noz-moscada, e no sabor temos principalmente canela e erva-doce e podemos sentir um toque de todos os ingredientes principais, cada um com seu espaço - o que foi uma boa surpresa. Ingredientes: erva-doce, canela-do-ceilão, erva-doce nacional, gengibre, cravo-da-índia e noz moscada. Nota: 4,5/6

Olhando estes ingredientes fui pesquisar e aprendi que há dois tipos do que chamam erva-doce: um que na verdade é anis, e a erva-doce (nacional) que é funcho.

Interessante notar que os dois primeiros têm cafeína (do chá preto e do mate, respectivamente) e o terceiro (Quentão) é o único deles que não tem aromatizante.

Onde comprar: encontra-se estas infusões em supermercados (nos grandes, principalmente). Pelo que eu vi, custam entre R$ 7,00 e R$ 8,00 cada caixinha com 15 saquinhos.

Gosto de ver o que há dentro dos sachês para ver como é o que eu estou tomando e eis aqui uma imagem de cada uma mostrando seu interior:

Infusão Melissa e flor de laranjeira
Infusão Menta e chocolate
Infusão Erva-doce e especiarias (Quentão)

As notas levam em consideração experiências com produtos em sachês, não tendo o mesmo valor de notas dadas para amostras de chás de folha solta (o que é outra coisa).

Os produtos provados foram enviados pela empresa Dr. Oetker.


4 de dezembro de 2012

Oolong em sachê Butterfly

O chá chinês mais fácil de encontrar aqui em Porto Alegre é este oolong em saquinho, da marca Fujian Tea (selo Butterfly); ele está em várias casas de produtos orientais e lojas de importados. Pois comprei não dando muita bola pra ele, lá no Armazém dos Importados, e acabei achando muito satisfatório.

Primeiro oolong em sachê que eu provo (não sabe o que é oolong? aprenda aqui) e não me desapontei: tem aroma e sabor que lembram oolong, sim, com notas tostadas bem pronunciadas, me recorda o Rou gui, embora seja bem mais simples.

Acho bom de preparar com água entre 85° e 90° C, deixando entre dois minutos e meio e três minutos. Assim ele fica com sabor bem presente, como eu gosto - e com retrogosto longo e de leve amargor, que não é desagradável. Ele se parece com café; não sei o teor de cafeína, mas o corpo e a cor da infusão pronta lembram café passado.


Algo estranho acontecia às vezes quando eu tomava este chá: meus lábios ficavam com um discreto formigamento. Não sei o que acontece. Da primeira vez que bebi uma parte da pele do meu lábio superior descolou até. Achei que era por causa da temperatura alta, e pode até ser, mas isso não explica o formigamento intenso naquele dia (parecia que minha boca ia inchar e cair no chão). Nas outras vezes o formigamento diminuiu, e agora já não aparece mais. Pensei em alergia, mas a composição é só chá, não teria porque este me dar alergia e os outros não, acredito. De qualquer forma, tenho evitado tomar mais de uma xícara no mesmo dia.

A caixa dele custou R$ 4,90, com 20 sachês de 2g cada.


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